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Heróis da Pandemia

Heróis da Pandemia: conheça o Guarda Civil Municipal Aldemir Gatti

Em tempos de pandemia em Itararé, eles fazem parte do serviço essencial como os profissionais da saúde, da imprensa e da mobilidade, entre outros. Integrantes da segurança pública, dezenas de guardas civis municipais estão nas ruas para garantir não somente a seguridade das pessoas, mas para fazer valer as medidas municipais como o isolamento social e a suspensão de atividades econômicas não essenciais.

Por conta do coronavírus, o dia-dia desses guardas mudou muito, já que precisam se adaptar a um novo aparato de proteção além do armamento e coletes: máscaras, luvas e o álcool em gel, itens esses que minimizam a possibilidade de se contaminar em meio a uma abordagem policial, por exemplo.

Em entrevista para a Agência 15 News, o GCM Aldemir Tadeu Gatti, de 55 anos, integrante da corporação relata como está sendo o trabalho em meio à pandemia, os receios e desafios que o exercício da profissão o impõe nesses dias.

Essa reportagem faz parte da serie “Heróis da Pandemia”, da Agência 15 News.

GCM Gatti

O GCM Gatti, faz parte da Guarda Civil Municipal de Itararé (GCM – Itararé), que hoje conta com 59 guardas e que tem como objetivo atuar na segurança e proteção da população itarareense. 

Atuando há nove anos na GCM, ele afirma que mesmo utilizando o aparato de segurança contra o vírus, o receio em adquirir a doença é uma realidade.

“Receio todo mundo tem, mas, na minha opinião através das redes sociais e a mídia tanto jornais e televisão mostram claramente que todo mundo tem receio de adquirir este vírus pois em determinados casos dependendo da imunidade de cada indivíduo a doença pode ser fatal”.

Gatti comenta que o medo de contrair a doença é uma realidade, e que dependendo da situação pode ser fatal.

“O trabalho continua o mesmo, o que muda é a proteção que precisa ter e ser bem empregada, como a luva, o álcool em gel, que é o que não falta dentro da viatura, assim como a higienização dela. O problema é que na rua ninguém sabe quem está com o vírus ou não e a gente acaba virando um alvo fácil para a doença”, comentou.

Um serviço essencial

Há 25 anos, o GCM relata nunca ter vivenciado uma rotina tão incomum com a qual tem vivido desde de março de 2020, início da pandemia do novo coronavírus em Itararé. O GCM integra a equipe dos 100 profissionais diários que percorrem as ruas desde o Novo Horizonte até o Jardim Pauliceia, garantindo a segurança da população, onde, segundo ele, possui um crítico Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

“Somos um serviço muito essencial, principalmente, para população carente e que não tem emprego formal, aspecto que os deixam em maior estado vulnerável” afirma. Segundo Gatti, a corporação opera com máscaras e álcool em gel e as viaturas são constantemente limpas.

“A cada turno o motorista que assume a VTR já faz a higienização com álcool 70 e depois que entrega a VTR pra outro companheiro de turno também entrega limpa e higienizada”, comentou.

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